Vitória: Novo Filme da Globoplay Brilha nas Telas do Brasil e Destaca Coragem

Vitória: Novo Filme da Globoplay Brilha nas Telas do Brasil e Destaca Coragem

Estreia Emocionante nos Cinemas: *Vitória*

No dia 13 de março de 2025, o cinema brasileiro recebeu calorosamente o mais novo lançamento da Globoplay, o filme *Vitória*. Este é o segundo filme original da plataforma a ganhar as telonas do Brasil, destacando, mais uma vez, o poder narrativo do país. Aos olhos atentos do público, o longa retrata a história marcante de Joana da Paz, uma aposentada de Copacabana que, armada apenas com sua câmera, conseguiu desmascarar uma perigosa rede de tráfico de drogas.

Com direção de Andrucha Waddington e estrelado pela renomada Fernanda Montenegro, este filme toca em pontos cruciais do cotidiano carioca, mostrando a coragem e a determinação de uma senhora que se viu confrontada com o crime organizado bem à sua frente.

Produção e Impacto

Produção e Impacto

Adaptado do livro *Dona Vitória Joana da Paz*, do jornalista Fábio Gusmão, o filme destaca Montenegro no papel de Joana, que depois de sua denúncia, precisou adotar o pseudônimo 'Vitória' ao entrar para o programa de proteção à testemunha. Esta história de vida real e de resistência foi produzida pela Conspiração Filmes, em colaboração com MyMamma Entertainment e Sony Pictures.

O elenco de apoio também impressiona, trazendo nomes como Alan Rocha, Linn da Quebrada, Laila Garin e Jennifer Dias. Esta notável produção traz um momento de reflexão sobre a capacidade de indivíduos comuns em enfrentar desafios imensos.

Após o sucesso de *Ainda Estou Aqui*, que conquistou para o Brasil seu primeiro Oscar de Melhor Filme Internacional, *Vitória* reafirma a dedicação da Globoplay em contar histórias brasileiras potentes e emocionantes. Tatiana Costa, diretora de conteúdo digital da plataforma, comentou sobre a importância de obras que geram orgulho e pertencimento, sublinhando a estratégia da Globo de investir em produções que refletem nossa sociedade e cultura.

Com filmes assim, a esperança é que o público não apenas se entretenha, mas também reflita e se orgulhe de sua identidade, reconhecendo-se nas narrativas que tomam forma na tela grande.

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